SIMBOLISMOS E IMAGINAÇÃO
Por Fábio Sanchez e Suzana Lakatos
A representação e a abstração da realidade são aquisições intelectuais sofisticadas e surgem por volta dos 18 meses, quando a criança percebe o valor simbólico dos objetos. Nessa idade, ela vê a fotografia de um familiar e o reconhece, mas já não confunde a foto, que é uma representação, com a própria pessoa.
Também é capaz de se divertir com um telefone de brinquedo, fingindo que conversa com alguém. Divirta-se embarcando nas fantasias do pequeno e forneça o que for necessário para o seu teatro: comidinhas de plástico, chapéus, imitações de objetos da casa e sua companhia, claro.
As fantasias são uma base para a construção do raciocínio e ajudam a criança a distinguir o real do imaginário, além de lhe proporcionarem noção dos diferentes papéis sociais, como homem, mulher, pai, filho etc. Sua capacidade de construir representações da própria realidade é sinal de grande evolução intelectual e prepara, desde já, o caminho para a rica fase de criatividade que vem em seguida.
Também é capaz de se divertir com um telefone de brinquedo, fingindo que conversa com alguém. Divirta-se embarcando nas fantasias do pequeno e forneça o que for necessário para o seu teatro: comidinhas de plástico, chapéus, imitações de objetos da casa e sua companhia, claro.
As fantasias são uma base para a construção do raciocínio e ajudam a criança a distinguir o real do imaginário, além de lhe proporcionarem noção dos diferentes papéis sociais, como homem, mulher, pai, filho etc. Sua capacidade de construir representações da própria realidade é sinal de grande evolução intelectual e prepara, desde já, o caminho para a rica fase de criatividade que vem em seguida.
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